MPF contesta fim de ação contra exploração na Margem Equatorial

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MPF contesta fim de ação contra exploração na Margem Equatorial

Órgão recorreu ao TRF-1 de decisão da Justiça Federal do Amapá que extinguiu a ação civil pública contra União, Ibama e Petrobras para suspender a perfuração no bloco FZA-M-59 e multou autores por litigância de má fé

Por Eliane Velloso

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Localização do primeiro poço perfurado pela Petrobras no bloco exploratório FZA-M-59, na costa do Amapá (Foto: Divulgação Petrobras)

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