Amapá já se movimenta para aproveitar oportunidades
Governo trabalha com um Repetro dentro do Repetro, institui GT para definir localidades para um porto de apoio offshore e quer formar pessoal qualificado visando um possível gap de mão de obra. No plano internacional, um corredor logístico está sendo pensado com o Suriname e futuramente com a Guyana.
O potencial econômico do Amapá na nova fronteira de petróleo e gás da Margem Equatorial é um dos temas abordados por Antônio Batista, diretor da Agência de Desenvolvimento Econômico do estado, em entrevista à Brasil Energia.
Segundo ele, a exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, especificamente na Bacia da Foz do Amazonas, é a grande janela de oportunidade para a mudança da matriz econômica local e, para tanto, o governo, por meio da agência e de outras secretarias, tem trabalhado para estruturar o ambiente de negócios.
Entre as ações, estão a qualificação de mão de obra, a atração de investimentos estrangeiros e melhorias de infraestrutura portuária, como no Porto de Santana, que trabalha para atrair empresas de logística que já operam no setor de óleo e gás para se instalarem no entorno do terminal.
O equilíbrio necessário entre exploração e preservação ambiental também foi citado por Batista: o governo estadual defende a exploração com rigor científico, argumentando que a riqueza gerada deve financiar tanto o bem-estar social quanto a preservação da floresta, que cobre 70% do estado.
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